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Descubra a qualidade
(Maytenus ilicifolia)
O Chá de Espinheira Santa da Charoma é selecionado rigorosamente para garantir que você receba a verdadeira Maytenus ilicifolia Mart. ex Reissek, a espécie nativa do Sul do Brasil consagrada pela ciência por sua eficácia no tratamento de distúrbios digestivos. Diferente de amostras de “qualidade duvidosa” encontradas em feiras, que podem conter até 70% de impurezas e adulterações botânicas, o nosso produto entrega o máximo teor de taninos e flavonoides necessários para a sua saúde.
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Descubra o sabor e a qualidade.
O Chá de Espinheira Santa da Charoma é selecionado rigorosamente para garantir que você receba a verdadeira Maytenus ilicifolia Mart. ex Reissek, a espécie nativa do Sul do Brasil consagrada pela ciência por sua eficácia no tratamento de distúrbios digestivos. Diferente de amostras de “qualidade duvidosa” encontradas em feiras, que podem conter até 70% de impurezas e adulterações botânicas, o nosso produto entrega o máximo teor de taninos e flavonoides necessários para a sua saúde.
A Espinheira Santa é amplamente reconhecida pela medicina por sua ação multifatorial no sistema gastrointestinal. Seus principais benefícios incluem:
• Ação antiácida e protetora: eleva o pH gástrico em até 96%, reduzindo a agressividade do ácido clorídrico na mucosa.
• Cicatrizante natural de úlceras: atua na recuperação de lesões gástricas e duodenais com eficácia comparável a medicamentos sintéticos.
• Combate à H. pylori: possui propriedades antibióticas que inibem o crescimento da bactéria causadora de gastrites crônicas.
• Alívio de gases e espasmos: Atua como carminativo e antiespasmódico, reduzindo dores e contrações involuntárias.
A Espinheira Santa é amplamente reconhecida pela medicina por sua ação multifatorial no sistema gastrointestinal. Seus principais benefícios incluem:
• Ação antiácida e protetora: eleva o pH gástrico em até 96%, reduzindo a agressividade do ácido clorídrico na mucosa.
• Cicatrizante natural de úlceras: atua na recuperação de lesões gástricas e duodenais com eficácia comparável a medicamentos sintéticos.
• Combate à H. pylori: possui propriedades antibióticas que inibem o crescimento da bactéria causadora de gastrites crônicas.
• Alívio de gases e espasmos: atua como carminativo e antiespasmódico, reduzindo dores e contrações involuntárias.
Para que um chá de Espinheira Santa funcione, ele precisa de Marcadores Químicos específicos. Muitas marcas no mercado utilizam a “falsa espinheira” (Sorocea bonplandii), que não possui os ativos medicinais.
Nosso padrão de qualidade garante:
1. Taninos totais (mínimo 2,0%): responsáveis por criar uma película protetora na parede do estômago.
2. Epicatequina (mínimo 0,28%): o principal antioxidante que valida a pureza da espécie e potencializa a cicatrização.
3. Livre de impurezas: cumprimos o limite rigoroso de no máximo 2% de material estranho, garantindo que você consuma apenas folhas selecionadas, sem galhos ou insetos comuns em produtos de baixa qualidade.
Para que um chá de Espinheira Santa funcione, ele precisa de Marcadores Químicos específicos. Muitas marcas no mercado utilizam a “falsa espinheira” (Sorocea bonplandii), que não possui os ativos medicinais.
Nosso padrão de qualidade garante:
1. Taninos totais (mínimo 2,0%): responsáveis por criar uma película protetora na parede do estômago.
2. Epicatequina (mínimo 0,28%): o principal antioxidante que valida a pureza da espécie e potencializa a cicatrização.
3. Livre de impurezas: cumprimos o limite rigoroso de no máximo 2% de material estranho, garantindo que você consuma apenas folhas selecionadas, sem galhos ou insetos comuns em produtos de baixa qualidade.
Para extrair o máximo dos polifenóis, siga a recomendação técnica:
• Infusão: adicione 3g de folhas secas (aproximadamente 1 colher de sopa) em 150 mL de água fervente.
• Tempo de repouso: abafe por 5 a 10 minutos.
• Frequência: tome de 3 a 4 vezes ao dia, preferencialmente entre as refeições ou 1 hora antes de deitar.
• Duração: o protocolo de uso clínico sugerido é de até 28 dias.
Para extrair o máximo dos polifenóis, siga a recomendação técnica:
• Infusão: adicione 3g de folhas secas (aproximadamente 1 colher de sopa) em 150 mL de água fervente.
• Tempo de repouso: abafe por 5 a 10 minutos.
• Frequência: tome de 3 a 4 vezes ao dia, preferencialmente entre as refeições ou 1 hora antes de deitar.
• Duração: o protocolo de uso clínico sugerido é de até 28 dias.
Na Charoma, priorizamos a transparência e a venda ética. Estudos recentes e revisões sistemáticas indicam precauções importantes:
• Interações medicamentosas: a Espinheira Santa pode inibir a enzima CYP3A4 e a P-glicoproteína (P-gp), o que pode aumentar perigosamente a concentração de outros medicamentos (como sedativos e estatinas) no seu sangue. Consulte um profissional se estiver sob polifarmácia.
• Contraindicações: não deve ser consumido por gestantes (risco de perda embrionária), lactantes (pode reduzir a produção de leite materno) e crianças menores de 6 anos.
• Saúde hepática: pessoas com doenças no fígado devem evitar o uso devido a indícios in vitro de potencial toxicidade hepática em doses elevadas.
Na Charoma, priorizamos a transparência e a venda ética. Estudos recentes e revisões sistemáticas indicam precauções importantes:
• Interações medicamentosas: a Espinheira Santa pode inibir a enzima CYP3A4 e a P-glicoproteína (P-gp), o que pode aumentar perigosamente a concentração de outros medicamentos (como sedativos e estatinas) no seu sangue. Consulte um profissional se estiver sob polifarmácia.
• Contraindicações: não deve ser consumido por gestantes (risco de perda embrionária), lactantes (pode reduzir a produção de leite materno) e crianças menores de 6 anos.
• Saúde hepática: pessoas com doenças no fígado devem evitar o uso devido a indícios in vitro de potencial toxicidade hepática em doses elevadas.
Embora melhore a digestão e reduza o desconforto abdominal, sua principal indicação é para tratamento gástrico (gastrite e úlcera), e não para perda de peso direta.
Sim, mas o ideal é consumir logo após o preparo para garantir a integridade dos princípios ativos, especialmente os taninos condensados.
A verdadeira (Maytenus ilicifolia) possui folhas rígidas (coriáceas) e margens com espinhos característicos. Na Charoma, cada lote passa por testes de laboratório para confirmar essa identidade botânica.
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